Peugeot 2008 GT Hybrid em avenida brasileira com placa recarregados em destaque
Guias27 de julho de 20265 min de leitura

Peugeot 2008 GT Hybrid no Brasil: Review, Consumo e Vale a Pena?

Review objetivo do Peugeot 2008 GT Hybrid no Brasil: preço, consumo, desempenho, equipamentos, espaço, segurança, Latin NCAP, recall, prós, contras e veredito de compra.

Thiago Felizola Freires

Thiago Felizola Freires

Autor

Peugeot 2008MHEVSUV híbridoreviewprós e contras

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Peugeot 2008 GT Hybrid no Brasil: o SUV bonito que precisa ser comprado pelo preço certo

O Peugeot 2008 GT Hybrid entrou em uma zona interessante do mercado brasileiro. Ele aparece nas buscas como "Peugeot 2008 Hybrid vale a pena", "Peugeot 2008 GT Hybrid consumo", "Peugeot 2008 Hybrid preço" e "Peugeot 2008 Latin NCAP" porque mistura três temas que mexem com a decisão de compra: design forte, promessa de híbrido e dúvida sobre segurança.

A tese deste review é direta: o Peugeot 2008 GT Hybrid vale a pena para quem quer um SUV compacto estiloso, bem acabado e mais refinado que muitos rivais 1.0 turbo, mas exige atenção ao preço, ao fato de ser apenas híbrido leve e ao histórico de segurança da versão básica no Latin NCAP.

Este é um review editorial baseado em dados oficiais, ficha técnica, ofertas consultadas em julho de 2026, avaliações da imprensa brasileira e comunicados públicos. Não é um teste próprio de longa duração.

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Veredito rápido

O Peugeot 2008 GT Hybrid é um dos SUVs compactos mais interessantes para quem se importa com visual, cabine e dirigibilidade. Ele não parece genérico, tem bom acabamento, multimídia moderna, painel 3D, porta-malas correto e um conjunto 1.0 turbo com apoio elétrico que deixa o uso urbano mais suave.

Só que o nome Hybrid pede explicação. Este 2008 não é um Corolla Cross Hybrid, não é um Haval H6 HEV e não roda alguns quilômetros no modo elétrico. Ele usa um sistema híbrido leve de 12 V, com motor-gerador por correia, bateria pequena e atuação principalmente em partida, desaceleração e apoio de baixa velocidade.

Minha leitura: faz sentido se você encontra preço promocional agressivo e valoriza design e conforto. Pelo preço cheio de tabela, eu compararia com SUVs híbridos plenos, plug-ins de entrada e elétricos usados mais espaçosos antes de decidir.

Nota Recarregados: 7,2/10

Ficha rápida do Peugeot 2008 GT Hybrid

ItemDados principais
TipoSUV compacto flex com sistema híbrido leve, ou MHEV
Versão analisadaPeugeot 2008 GT T200 Hybrid AT
Preço de tabela consultadoR$ 184.990 na linha 26/26
Oferta oficial consultadaR$ 162.490 à vista em página oficial Peugeot em 27 de julho de 2026
Motor a combustão1.0 Turbo 200 flex, 3 cilindros
Potência125 cv com gasolina / 130 cv com etanol
Torque200 Nm, ou 20,4 kgfm
Sistema elétricoMHEV 12 V com BSG e bateria de íons de lítio abaixo do banco
CâmbioAutomático CVT com 7 marchas simuladas
TraçãoDianteira
0 a 100 km/h oficial9,0 s com gasolina / 8,6 s com etanol
Consumo PBEVGasolina: 13,0 km/l cidade e 13,7 km/l estrada
Consumo PBEV com etanol9,0 km/l cidade e 9,6 km/l estrada
Consumo em teste brasileiro10,6 km/l cidade e 16,3 km/l estrada com gasolina, conforme Motor1
Comprimento4,309 m
Entre-eixos2,612 m
Porta-malas419 litros
Ponto crítico de compraEntender que é híbrido leve e checar recall/segurança por versão/chassi

O que ele é na prática?

O 2008 GT Hybrid é a versão topo da nova geração do SUV compacto da Peugeot no Brasil. A base é mais moderna que a de Pulse e Fastback, a posição de dirigir é mais baixa e o carro passa uma sensação mais próxima de um hatch alto sofisticado do que de um SUV grandalhão.

Isso é bom para quem gosta de dirigir. O volante pequeno, o painel elevado, a suspensão bem resolvida e o porte compacto deixam o carro mais agradável em cidade, curva e manobra. Ele tem personalidade.

Mas também é uma limitação. Se você quer um SUV alto, espaçoso, com banco traseiro folgado e sensação de carro grande, o 2008 pode parecer menor do que o preço sugere. Ele é bonito e bem acabado, não necessariamente o mais amplo da categoria.

O Hybrid não é híbrido pleno

Aqui vale separar marketing de decisão.

O Peugeot 2008 GT Hybrid usa um sistema MHEV de 12 V. Na prática, um motor-gerador elétrico ajuda o motor 1.0 turbo em algumas situações, recupera energia em frenagens e desacelerações e torna o start-stop mais suave.

O que ele não faz:

  • Não roda em modo elétrico puro.
  • Não tem tomada para recarga.
  • Não substitui o motor a combustão em baixa velocidade como um híbrido pleno.
  • Não entrega a mesma economia urbana de um Corolla híbrido ou de um HEV dedicado.

O benefício real está mais em suavidade, emissões e pequenos ganhos de eficiência do que em uma revolução de consumo. A própria Peugeot fala em até 10% de redução no consumo urbano e 8% menos emissões de CO2.

Minha leitura: se você entende o carro como um 1.0 turbo mais refinado, ele fica honesto. Se compra esperando comportamento de híbrido pleno, a chance de frustração é alta.

Design: o argumento mais forte

O 2008 é um daqueles carros que vendem antes da ficha técnica. A frente agressiva, os DRLs verticais, as rodas de 17 polegadas, a pintura bitom e a traseira com lanternas em LED criam presença de carro mais caro.

No trânsito brasileiro, ele ainda chama atenção. E isso pesa para um comprador que não quer mais um SUV compacto previsível.

O ponto positivo é que a Peugeot conseguiu dar identidade sem transformar o carro em desenho exagerado. O ponto negativo é que parte desse encanto depende da versão GT. Nas versões mais simples, o conjunto perde itens e perde o efeito visual completo.

Se o design é prioridade, o GT Hybrid faz sentido. Se você está comprando só por custo-benefício, o Allure Turbo com bom desconto pode ser uma conversa mais racional.

Interior: bonito, tecnológico e com ergonomia particular

A cabine é outro ponto forte. O Peugeot i-Cockpit com painel 3D de 10 polegadas, multimídia i-Connect Advanced de 10,3 polegadas, integração sem fio e acabamento escurecido dá ao 2008 uma sensação mais premium que a de muitos SUVs compactos de entrada.

O volante pequeno deixa a condução mais direta, mas precisa ser testado. Tem motorista que encaixa perfeitamente. Tem motorista que não consegue ajustar banco e volante sem cobrir parte do painel.

Antes de comprar, faça este teste com calma:

  • Ajuste banco e coluna de direção.
  • Veja se o aro do volante não cobre o painel.
  • Teste a central multimídia com seu celular.
  • Confira câmera, sensores e visão 360, quando presentes.
  • Rode em piso ruim para ouvir ruídos.
  • Veja se todos os serviços conectados estão ativos ou transferíveis.

Cabine bonita não resolve ergonomia ruim para o seu corpo. No 2008, esse detalhe é decisivo.

Espaço interno: bom na frente, apenas correto atrás

O Peugeot 2008 mede 4,309 m de comprimento e tem 2,612 m de entre-eixos. No papel, está dentro da categoria. Na prática, o desenho de janelas menores, a posição mais envolvente e o console alto fazem o carro parecer mais compacto por dentro.

Na frente, ele agrada. A posição de dirigir é envolvente, os bancos são bons e o painel cria sensação de carro sofisticado.

Atrás, adultos viajam sem drama em trajetos urbanos e viagens curtas, mas não é o melhor SUV compacto para família grande. Se você usa cadeirinha, leva adultos atrás com frequência ou precisa de muito espaço para pernas, compare pessoalmente com T-Cross, Creta, HR-V, Kicks e SUVs chineses maiores.

O porta-malas de 419 litros é bom e ajuda a equilibrar a decisão. Para casal, criança pequena, mercado e viagem de fim de semana, atende bem.

Desempenho: mais agradável que esportivo

O motor 1.0 Turbo 200 entrega até 130 cv e 20,4 kgfm. O câmbio é CVT com sete marchas simuladas e a tração é dianteira.

A ficha oficial informa 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e 9,0 segundos com gasolina. Em teste do Motor1 Brasil, o 2008 MHEV fez 0 a 100 km/h em 9,9 segundos com gasolina.

Mais importante que o número é a forma como ele anda. O suporte elétrico aparece em baixa velocidade, em arrancadas leves e no funcionamento mais suave do start-stop. O carro fica menos áspero no trânsito que um 1.0 turbo comum.

Não espere desempenho de SUV esportivo. Espere um compacto esperto, agradável, com boa resposta urbana e comportamento dinâmico acima da média dos SUVs familiares.

Consumo: bom, mas não mágico

Este é um dos pontos mais pesquisados.

Na ficha técnica oficial, o Peugeot 2008 GT Hybrid registra 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, são 9,0 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada.

O teste do Motor1 Brasil trouxe uma leitura diferente e útil para vida real: 10,6 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada com gasolina.

Minha leitura prática:

  • Na cidade, o ganho existe, mas não transforma o carro em referência absoluta.
  • Na estrada, o conjunto pode surpreender quando o motor trabalha em regime estável.
  • O maior benefício urbano está em suavidade, não só em km/l.
  • O consumo depende muito de trânsito, relevo, ar-condicionado e pé direito.

Se economia máxima é prioridade, compare com híbridos plenos. Se a prioridade é um SUV bonito e mais agradável que um turbo comum, o 2008 GT Hybrid fica mais convincente.

Segurança: o assunto mais delicado

O 2008 precisa ser analisado com contexto.

Em 2025, o Latin NCAP avaliou o Peugeot 2008 com quatro airbags e deu uma estrela. O relatório apontou 42,16% para ocupante adulto, 59,21% para ocupante infantil, 54,48% para pedestres e 55,81% em assistência à segurança. A organização também destacou que a falta de proteção lateral de cabeça como item padrão limitou o resultado.

Isso não significa automaticamente que o GT Hybrid tenha a mesma configuração da unidade testada. A versão GT aparece em fichas de mercado com seis airbags e traz assistentes como alerta de colisão, frenagem automática de emergência, alerta de faixa, leitura de placas e alerta de ponto-cego.

Mesmo assim, eu não ignoraria a nota. A leitura honesta é esta:

  • A versão básica testada foi mal no protocolo do Latin NCAP.
  • A versão GT tem pacote de segurança superior.
  • Não há, nas fontes consultadas, um teste Latin NCAP específico do GT Hybrid com seis airbags.
  • Quem compra por segurança deve comparar equipamentos reais por versão, não só o nome do carro.

Também há uma ausência importante para a faixa de preço: avaliações brasileiras apontaram falta de piloto automático adaptativo e centralização ativa em faixa, itens que alguns rivais já oferecem.

Equipamentos: bom pacote, mas cobre o básico esperado no preço

O GT Hybrid vem com visual completo, painel 3D Hybrid, multimídia de 10,3 polegadas, serviços conectados, integração sem fio, rodas de 17 polegadas, faróis Full LED, câmera e assistentes de condução.

É um pacote agradável. O carro passa sensação de produto mais sofisticado que vários SUVs 1.0 turbo.

O ponto é preço. Quando a tabela encosta em R$ 185 mil, o comprador começa a olhar para SUVs maiores, híbridos mais fortes, elétricos usados e versões bem equipadas de rivais tradicionais. Nesse patamar, faltar ACC pesa.

Com desconto oficial agressivo, a conversa muda. Em consulta de 27 de julho de 2026, a página oficial da Peugeot indicava oferta do 2008 GT Hybrid 26/26 por R$ 162.490 à vista, contra tabela de R$ 184.990. Nessa faixa, ele fica bem mais interessante.

Qual versão comprar?

Se você quer especificamente o sistema híbrido leve, a resposta é o GT Hybrid. É a versão que concentra o pacote MHEV e o visual mais completo.

Mas eu faria a conta em três passos:

  1. Compare o GT Hybrid com desconto real.
  2. Veja quanto custa o 2008 Allure Turbo sem sistema híbrido.
  3. Compare com rivais híbridos plenos, plug-ins de entrada e SUVs compactos com melhor pacote ADAS.

Se a diferença para o Allure for pequena, o GT Hybrid vale pelo conjunto completo. Se a diferença for grande, o Allure pode entregar quase a mesma experiência de carro, sem o apelo híbrido.

Eu não pagaria preço cheio sem pesquisar ofertas. O 2008 GT Hybrid é muito mais forte como compra negociada do que como compra emocional no primeiro orçamento.

Prós do Peugeot 2008 GT Hybrid

  • Design externo muito forte para a categoria.
  • Interior bonito, tecnológico e bem apresentado.
  • Direção e acerto de suspensão acima da média.
  • Sistema híbrido leve deixa o uso urbano mais suave.
  • Motor 1.0 turbo esperto, com bom torque.
  • Porta-malas de 419 litros.
  • Multimídia moderna e painel 3D Hybrid.
  • Versão GT tem pacote visual e de segurança superior às versões básicas.
  • Fica competitivo quando aparece com desconto oficial relevante.

Contras do Peugeot 2008 GT Hybrid

  • É híbrido leve, não híbrido pleno.
  • Não roda em modo elétrico puro.
  • Consumo urbano não é revolucionário.
  • Banco traseiro apenas correto para a categoria.
  • Preço cheio aproxima o carro de rivais mais completos.
  • Falta piloto automático adaptativo para a faixa de preço.
  • Latin NCAP deu uma estrela à versão com quatro airbags.
  • Revenda e custo de seguro precisam ser cotados antes da compra.
  • Recall do Peugeot 2008 2025 exige checagem por chassi em unidades elegíveis.

Ponto de atenção principal: preço, segurança e recall

O ponto de atenção não é um só. É o conjunto.

Primeiro: preço. O 2008 GT Hybrid por R$ 184.990 briga em uma faixa difícil. Por R$ 162 mil, com condição real e sem pegadinha de financiamento, ele começa a fazer mais sentido.

Segundo: segurança. Não compre apenas pelo número de airbags no anúncio. Confira a versão exata, itens de série, ADAS, ano/modelo e equipamentos do carro entregue. A nota do Latin NCAP na versão de quatro airbags é um alerta de compra, mesmo que o GT tenha pacote melhor.

Terceiro: recall. A Stellantis convocou o Peugeot 2008 ano/modelo 2025 para substituição gratuita do corpo do coletor de admissão, com chassis não sequenciais de final SG559007 a SG576773. Antes de fechar negócio em unidade 2025 ou estoque relacionado, consulte pelo chassi no canal oficial da Peugeot.

Comprar bem aqui significa negociar preço e verificar documento. Não é só gostar do carro.

Peugeot 2008 GT Hybrid ou Corolla Cross Hybrid?

São carros com propostas diferentes.

O Corolla Cross Hybrid é híbrido pleno, tem histórico Toyota, boa liquidez e consumo urbano mais coerente com quem busca economia. O Peugeot 2008 GT Hybrid é menor, mais estiloso, mais barato quando há desconto e mais interessante para quem valoriza design e dirigibilidade.

Minha leitura: Corolla Cross para racionalidade, liquidez e economia urbana. 2008 GT Hybrid para quem quer gastar menos, ter um carro mais bonito e aceita que o sistema híbrido é leve.

Peugeot 2008 GT Hybrid ou Fiat Fastback Hybrid?

O Fastback Hybrid usa lógica parecida de eletrificação leve dentro do grupo Stellantis, mas tem proposta diferente. É maior visualmente, tem porta-malas generoso e apelo de SUV cupê.

O 2008 responde com plataforma mais refinada, melhor acerto dinâmico e cabine mais sofisticada. Em avaliações brasileiras, o sistema MHEV no 2008 também pareceu mais bem integrado.

Minha leitura: Fastback para quem prioriza porta-malas e presença maior. 2008 para quem prioriza acabamento, direção e design europeu.

Para quem faz sentido

O Peugeot 2008 GT Hybrid faz sentido para quem quer um SUV compacto com cara de carro premium, usa mais cidade que estrada, valoriza acabamento e encontra uma oferta bem abaixo da tabela.

Também combina com quem não quer depender de recarga, mas quer alguma eletrificação no uso diário. Como MHEV, ele não muda sua rotina: abastece como carro flex comum e o sistema elétrico trabalha sozinho.

É uma compra de equilíbrio entre estilo e racionalidade. O carro convence mais quando o desconto reduz o risco.

Para quem eu não indicaria

Eu não indicaria para quem espera economia de híbrido pleno, precisa de banco traseiro muito amplo, roda com cinco adultos com frequência ou faz questão de pacote ADAS completo com ACC.

Também teria cautela se a compra for pelo preço cheio, sem bônus real, sem comparação com rivais e sem consulta de recall.

Se segurança passiva é prioridade máxima, olhe com atenção o relatório do Latin NCAP e compare com modelos já bem avaliados no mesmo protocolo.

Veredito final

O Peugeot 2008 GT Hybrid é melhor quando você entende exatamente o que está comprando. Ele é um SUV compacto bonito, bem acabado, agradável de dirigir e com um sistema híbrido leve que melhora a suavidade do conjunto.

Ele não é, porém, o híbrido mais econômico, mais tecnológico ou mais espaçoso da faixa. O nome Hybrid ajuda no marketing, mas o comprador precisa ler MHEV como "1.0 turbo com apoio elétrico", não como carro híbrido pleno.

Eu compraria se encontrasse uma boa condição oficial, tivesse testado a ergonomia do i-Cockpit, confirmado os itens de segurança da versão e consultado recall por chassi. Sem desconto, eu colocaria Corolla Cross Hybrid usado, SUVs plug-in de entrada, elétricos usados e rivais compactos mais completos na mesma planilha.

O 2008 GT Hybrid vale a pena quando o preço acompanha a proposta. Quando não acompanha, o design sozinho não fecha a conta.

Fontes consultadas

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Perguntas frequentes

O Peugeot 2008 GT Hybrid vale a pena?

Vale a pena para quem quer um SUV compacto bonito, bem acabado, gostoso de dirigir e com sistema híbrido leve que melhora suavidade no uso urbano. Mas não é compra automática: o Hybrid é MHEV de 12 V, não híbrido pleno, e o preço só fica forte quando há desconto real sobre a tabela.

O Peugeot 2008 GT Hybrid é híbrido de verdade?

Ele é um híbrido leve, ou MHEV. O motor elétrico de 12 V ajuda o 1.0 turbo em partidas, retomadas leves e regeneração, mas o carro não roda em modo elétrico puro e não tem recarga externa.

Qual é o consumo do Peugeot 2008 GT Hybrid?

A ficha técnica oficial PBEV informa 13,0 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina, além de 9,0 km/l e 9,6 km/l com etanol. Em teste do Motor1 Brasil, o 2008 MHEV registrou 10,6 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada com gasolina.

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